quinta-feira, 25 de Maio de 2017

 


Portugueses aderem pouco ao rastreio oncológico






O rastreio de base populacional do cancro do cólon e reto devia chegar a todos os homens e mulheres com idades entre os 50 e os 69 anos, o que se traduz em mais de 2 milhões e meio de portugueses. No entanto, na prática, só chega a 2,1% desta faixa etária e só é feito por 1,3% desta fatia da população portuguesa.

Números um pouco mais altos verificam-se nas nas mulheres com idades entre os 25 e os 64 anos e que deviam ser rastreadas para detetar a presença de tumores no colo do útero. Apenas 14% passaram por um programa de base populacional.

O cancro da mama é aquele que tem números mais elevados. A taxa de rastreio, em 2013, foi de 41% nas mulheres em idades críticas.

O relatório agora publicado pelos responsáveis do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas admite que a situação dos rastreios de base populacional é «particularmente crítica» nos casos do útero ou do cólon e reto.

As dificuldades, no entender da DGS, têm sido muitas. Desde problemas na organização e logística a falta de dinheiro e de recursos humanos.



Referências

  1. Programa Nacional para as Doenças Oncológicas.DGS.2014